sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Aqui vem a maré...



Chega a maré do fim-de-semana!

Vou para o Sul! Vou ter Sal, mas parece que não vai haver Sol!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dos gardenias para ti


Dos gardenias para ti
Con ellas quiero decir
Te quiero, te adoro, mi vida
Ponles toda tu atención
Porque son tu corazón y el mío

Dos gardenias para ti
Que tendrán todo el calor de un beso
De esos besos que te di
Y que jamás encontrarás
En el calor de otro querer

A tu lado vivirán y se hablarán
Como cuando estás conmigo
Y hasta creerás que te dirán
Te quiero

Pero si un atardecer
Las gardenias de mi amor se mueren
Es porque han adivinado
Que tu amor se ha terminado
Porque existe otro querer


Espero que me perdoem, mas, às vezes, dá-me forte! Outras versões:

Maria Rita: http://www.youtube.com/watch?v=DHS6h-aaMqo

Ibrahim Ferrer (a minha favorita!): http://br.youtube.com/watch?v=CLRnvz-Kx8o

* roubei esta imagem em http://estadosentido.blogspot.com/

Dia do Mar


Parece que hoje se comemora o Dia Mundial do Mar; parece também que quase ninguém reparou nisso. Eu fiquei a saber pela RTP1, no Bom Dia Portugal, mas, depois de pesquisar on line, aprendi muita coisa: que o Dia do Mar é como aquele jogo de cartas - o Sobe e Desce - que tem regras diferentes conforme o sítio em que se pratica, ou seja, não tem dia certo nem as entidades se entendem lá muito bem em relação ao que significa. Talvez seja por - ao que parece - ter sido instituído por uma tal IMO (ou OMI para nós), Organização Marítima Internacional, que pelos vistos, em relação ao mar, se preocupa quase somente com os aspectos viários e mercantis da coisa. Enfim, these are the signs of the times (ou será que of all the times?)...

Matinas

– Bom dia!
– Bom dia. É um café e um Gigante Box...
– Quatro euros.
– Quatro...
– Obrigada!
– Obrigado!
– Como é o café?
– Normal, se faz favor.
– Aqui tem... muito obrigada.
– Obrigado.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Desencontro(s)



– Deita-te!

– Não! Levanta-te tu!...

Ilha


É aqui
que me refugio
e me escondo do mundo

É daqui
que não quero
mas quero
sair

É para aqui
que quero
mas não quero
que venhas


* esta imagem foi “roubada” do Mil Imagens

terça-feira, 23 de setembro de 2008

O último dos Montinhos

És hoje o mais velho da terra... a ponte entre os que conheceste e os que ainda te lembrarão...
É em ti que a História se concentra, pois és, agora, o antes e o depois, talvez o alfa e o omega dos Montinhos, que nunca foi o verdadeiro apelido de gente tão pequena no tamanho como no nome (Manuel, Maria, Amélia, Francisca, Conceição, Adelaide, António e tu, Joaquim), nome que nos liga ao torrão de onde nos moldaram, terra que nunca foi nossa e que agora não é de ninguém.

* o meu tio-avô Joaquim já vai pelos noventa e é o primeiro a contar da esquerda.