segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

domingo, 7 de dezembro de 2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O desafio da Clarice

A nossa amiga Clarice desafiou a malta para uma actividade lúdico-confessional.
Aceitando a proposta, aqui está o resultado:


1. um bocadão de mim...
2. A banda escolhida: Pink Floyd.

3.

3.1. És homem ou mulher? I am just a new boy/ A stranger in this town (primeiros versos de “Young Lust”).

3.2. Descreve-te: Ainda sou “One of the Few” que continuam “On the Run”, “Wearing the Inside Out”.

3.3. O que pensam as pessoas de ti? Muitos pensam que tenho “Brain Damage” e, ao olharem para os meus “Paranoid Eyes”, dizem-me: “Shine on Your Crazy Diamond”.

3.4. Como descreves o teu último relacionamento:
“Another Brick in the Wall”.

3.5. Descreve o estado actual da tua relação:
“Empty Spaces”.

3.6. Onde querias estar agora?
“Outside the Wall”, “Learning to Fly”.

3.7. O que pensas a respeito do amor?
É tão belo e tão difícil de concretizar como “Two Suns in the Sunset”; disse difícil, não impossível, porque ainda sobram algumas “High Hopes” de “Coming Back to Life”.

3.8. Como é a tua vida?
“Comfortably Numb”.

3.9. O que pedirias se pudesses ter só um desejo?
“Yet Another Movie”: “Happiest Days of Our Lives”.

3.10. Escreve uma frase sábia:
“Let There Be More Light”.


4. Como das poucas pessoas que conheço por estas bandas já quase todas responderam ao desafio, vou ter de alargar o escopo da coisa. Lanço, por minha vez, o desafio a:

Aristóteles

Buda

Jesus Cristo

Karl Marx

ou qualquer outro indivíduo que, mesmo que não esteja definitivamente morto, não se ande "a sentir lá muito bem"...

Wireless


Pensei entrar em pânico e desesperar se e quando isto me acontecesse, mas aquilo que sinto é uma estranha serenidade e a plena consciência de que não me restam muitos minutos de oxigénio e de que o meu fato e restante equipamento talvez não resistam até então. Não há lugar para o medo nem para lamentações. Nunca nenhum homem pôde, como eu, morrer de forma tão bela, viajando à deriva, mergulhado no caldo primordial, em comunhão com todos os elementos que constituem, desde sempre e para sempre, o nosso universo. Não, não vou morrer; vou regressar ao que sempre fui. E nem quero pensar muito nisso. Quero aproveitar cada momento da mais bela viagem de todas. Quero ver tudo até ao último instante. A Terra é tão bela vista de longe. E parece tão quente e tão alegre. Ah! Frio! Muito frio! Talvez tenha começado a penetrar no fato pelo rasgão do cordão umbilical que me prendia à estação... Que belo! Que belo! Que belo!...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Anos 80

Os trabalhadores do comércio lá estão de serviço em mais um feriado (e como trabalho infantil)...

domingo, 30 de novembro de 2008

Um conto de Natal

Parece que chegou o Natal... entremos no espírito!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A Flober