sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Requerimento à Censura, Tom Zé

Do tempo em que, por haver censura prévia, se tinha de ser mais criativo para a ludibriar e desafiar.
Hoje, é claro que se pode dizer tudo, principalmente porque ninguém ouve ninguém, o que torna inconsequente o que se diga...

Monteverdi: Vespro della Beata Vergine: Magnificat (1)

Música dos céus na terra...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

domingo, 7 de dezembro de 2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O desafio da Clarice

A nossa amiga Clarice desafiou a malta para uma actividade lúdico-confessional.
Aceitando a proposta, aqui está o resultado:


1. um bocadão de mim...
2. A banda escolhida: Pink Floyd.

3.

3.1. És homem ou mulher? I am just a new boy/ A stranger in this town (primeiros versos de “Young Lust”).

3.2. Descreve-te: Ainda sou “One of the Few” que continuam “On the Run”, “Wearing the Inside Out”.

3.3. O que pensam as pessoas de ti? Muitos pensam que tenho “Brain Damage” e, ao olharem para os meus “Paranoid Eyes”, dizem-me: “Shine on Your Crazy Diamond”.

3.4. Como descreves o teu último relacionamento:
“Another Brick in the Wall”.

3.5. Descreve o estado actual da tua relação:
“Empty Spaces”.

3.6. Onde querias estar agora?
“Outside the Wall”, “Learning to Fly”.

3.7. O que pensas a respeito do amor?
É tão belo e tão difícil de concretizar como “Two Suns in the Sunset”; disse difícil, não impossível, porque ainda sobram algumas “High Hopes” de “Coming Back to Life”.

3.8. Como é a tua vida?
“Comfortably Numb”.

3.9. O que pedirias se pudesses ter só um desejo?
“Yet Another Movie”: “Happiest Days of Our Lives”.

3.10. Escreve uma frase sábia:
“Let There Be More Light”.


4. Como das poucas pessoas que conheço por estas bandas já quase todas responderam ao desafio, vou ter de alargar o escopo da coisa. Lanço, por minha vez, o desafio a:

Aristóteles

Buda

Jesus Cristo

Karl Marx

ou qualquer outro indivíduo que, mesmo que não esteja definitivamente morto, não se ande "a sentir lá muito bem"...

Wireless


Pensei entrar em pânico e desesperar se e quando isto me acontecesse, mas aquilo que sinto é uma estranha serenidade e a plena consciência de que não me restam muitos minutos de oxigénio e de que o meu fato e restante equipamento talvez não resistam até então. Não há lugar para o medo nem para lamentações. Nunca nenhum homem pôde, como eu, morrer de forma tão bela, viajando à deriva, mergulhado no caldo primordial, em comunhão com todos os elementos que constituem, desde sempre e para sempre, o nosso universo. Não, não vou morrer; vou regressar ao que sempre fui. E nem quero pensar muito nisso. Quero aproveitar cada momento da mais bela viagem de todas. Quero ver tudo até ao último instante. A Terra é tão bela vista de longe. E parece tão quente e tão alegre. Ah! Frio! Muito frio! Talvez tenha começado a penetrar no fato pelo rasgão do cordão umbilical que me prendia à estação... Que belo! Que belo! Que belo!...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Anos 80

Os trabalhadores do comércio lá estão de serviço em mais um feriado (e como trabalho infantil)...