Nos primórdios da "globalização" já o Rio Amarelo passava por Londres...
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
domingo, 18 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
Dia do Meu Pai
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Sir Galaaz
Quedos, quedos, cavaleiros!....
Que el-Rei vos manda contar...
No primeiro momento em que abriu os olhos, as cores e os tons do magnífico arrebol invadiram-no, espalhando no seu espírito uma plena sensação de paz.
Encontrava-se deitado, de costas, no exacto centro de uma bela e verdejante clareira, e o seu olhar maravilhava-se na contemplação da orvalhada aurora que lentamente avançava por sobre a sua existência terrena.
Já acordado, tentou lembrar-se de como chegara até ali, mas pareciam estar bloqueados todos os corredores labirínticos da memória.
Soergueu-se, a custo.
Apesar de o seu corpo não aparentar qualquer mazela, uma sensação aguda de dor o percorreu quando tentou sentar-se. Talvez uma manada em desatino o tivesse cilindrado. Continuava a não se recordar de absolutamente nada.
Viu então o seu belo corcel, que retouçava brandamente a fresca erva entre os fetos cintilantes de pequenas gotículas matinais. A um gesto seu, o fiel companheiro de tantas jornadas inclinou a cabeça na sua direcção, fixando em si aqueles olhos negros e profundos, tão contrastantes com a alvura da sua pelagem.
O olhar penetrante da elegante montada descerrou-lhe, por fim, as portas e as janelas até aí trancadas.
De repente, tudo se fez claro na sua mente.
Na noite anterior, após uma carreira desenfreada, por montes e vales, searas e silvados, tinha finalmente soçobrado e adormecido naquele ameno recanto da grande floresta.
Disso conseguia lembrar-se, mas não pôde precisar se fugia de um terrível perigo ou se, pelo contrário, perseguia algum maléfico inimigo. Vencera, porém, a contenda, ou não estaria ali agora, incólume e cheio de luz por dentro.
Decidiu empreender, sem demora, a viagem de regresso, pois algo lhe dizia que tinha chegado a hora de se sentar na cadeira proibida, no único lugar vago naquela enorme mesa redonda.
sábado, 10 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Dark Side...

Não penso que a NASA tenha finalmente conseguido "camoniar" a Lua, pois parece-me que a cratera Cabeus não faz parte do aparelho visual daquele orbe, até porque todos acharíamos estranho que a agência espacial norte-americana, após décadas de investigação e muitos milhões de dólares de investimento, pretendesse apenas vazar uma vista à nossa vizinha do lado.
No entanto, não deixa de parecer absurdo, depois de quase destruirmos o nosso planeta, andarmos agora a bombardear a Lua, ainda que com o argumento da necessidade científica de avaliação sobre a quantidade e a qualidade da água existente no satélite natural que teve a infelicidade de ter ficado encarcerado na nossa órbita e submetido ao nosso destino. Já não nos chega sujarmos a nossa casa, ainda temos necessidade de andar a deitar lixo no quintal do vizinho.
"Ah, e tal... que é preciso... que só assim saberemos se um dia virá a ser possível erigir a - até aqui utópica - base lunar..."
Eu lembro-me de, há trinta e tal anos, ter acontecido uma outra explosão há dez anos, cujas únicas consequências positivas foram a emancipação da Lua em relação à Terra e o leitmotiv para duas ou três temporadas de episódios de uma série televisiva de que a malta quase toda gostava.
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