quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Caio Múcio Cévola


Ciues Mucium ob cladem manus dextrae «Scaevolam» nominauerunt.

A tradução directa será algo como: «Os cidadãos, por causa da perda da mão direita, chamaram Cévola (Esquerdo ou Canhoto) a Múcio».

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Rio Amarelo

Nos primórdios da "globalização" já o Rio Amarelo passava por Londres...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Vida em Marte...

Ver original aqui.

domingo, 18 de outubro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009

Dia do Meu Pai


Nem sempre te beijo, quase nunca te digo o quanto te amo, mas tu sabes bem que és para mim tudo o que nunca foram para ti, que tens sabido ser pai sem nunca teres sido filho.
Parabéns, PAI!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sir Galaaz

Quedos, quedos, cavaleiros!....
Que el-Rei vos manda contar...
No primeiro momento em que abriu os olhos, as cores e os tons do magnífico arrebol invadiram-no, espalhando no seu espírito uma plena sensação de paz.
Encontrava-se deitado, de costas, no exacto centro de uma bela e verdejante clareira, e o seu olhar maravilhava-se na contemplação da orvalhada aurora que lentamente avançava por sobre a sua existência terrena.
Já acordado, tentou lembrar-se de como chegara até ali, mas pareciam estar bloqueados todos os corredores labirínticos da memória.
Soergueu-se, a custo.
Apesar de o seu corpo não aparentar qualquer mazela, uma sensação aguda de dor o percorreu quando tentou sentar-se. Talvez uma manada em desatino o tivesse cilindrado. Continuava a não se recordar de absolutamente nada.
Viu então o seu belo corcel, que retouçava brandamente a fresca erva entre os fetos cintilantes de pequenas gotículas matinais. A um gesto seu, o fiel companheiro de tantas jornadas inclinou a cabeça na sua direcção, fixando em si aqueles olhos negros e profundos, tão contrastantes com a alvura da sua pelagem.
O olhar penetrante da elegante montada descerrou-lhe, por fim, as portas e as janelas até aí trancadas.
De repente, tudo se fez claro na sua mente.
Na noite anterior, após uma carreira desenfreada, por montes e vales, searas e silvados, tinha finalmente soçobrado e adormecido naquele ameno recanto da grande floresta.
Disso conseguia lembrar-se, mas não pôde precisar se fugia de um terrível perigo ou se, pelo contrário, perseguia algum maléfico inimigo. Vencera, porém, a contenda, ou não estaria ali agora, incólume e cheio de luz por dentro.
Decidiu empreender, sem demora, a viagem de regresso, pois algo lhe dizia que tinha chegado a hora de se sentar na cadeira proibida, no único lugar vago naquela enorme mesa redonda.

sábado, 10 de outubro de 2009

Baladas